Rodrigo Pedreira começou a dar as primeiras palhetadas na Praça Edmundo Rego, no Grajaú, jogando na modalidade dadinho onde, segundo o próprio Pedreira, recebeu as primeiras orientações do amigo Alexandre.
De lá foi jogar na equipe do Grajaú C.C. onde começou a tomar contato com a modalidade 12 toques e a jogar com a bola de feltro. Lá encontrou o ambiente ideal para desenvolver sua técnica e logo começou a despontar como um grande jogador. Apesar da pouca idade, o jogo calmo, tranquilo e eficiente o diferenciava entre os participantes da categoria infantil. E os títulos começaram a aparecer.
O aluno do Colégio Pedro II, unidade Engenho Novo, no primeiro campeonato brasileiro que disputou, em 2001, foi o quarto colocado. No mesmo ano foi campeão do Ranking Bola&Botão, disputando a competição na categoria adulto. E, em 2002, conquistou o título mais importante de sua carreira. Foi o primeiro botonista do Rio de Janeiro a se sagrar campeão brasileiro conquistando o título da categoria infantil na competição disputada na cidade de Santos.
No mesmo ano conquistou ainda o Vice-Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, jogando na categoria juvenil e em 2003 foi terceiro colocado no Brasileiro de Blumenau jogando na categoria juvenil.
Torcedor ferrenho do América-RJ, Pedreira nos contou que começou a torcer pelo simpático clube da Rua Campos Salles, pois toda vez que ia aos jogos do Clube, levado por seu pai, o também botonista Milton Pedreira, o América vencia os jogos. Hoje realiza um sonho.
No futebol de mesa defende as cores do clube do coração e tem conseguido colocar o nome do América nos lugares mais altos do pódium.
Nós, da Bola&Botão, que devíamos esse reconhecimento ao Pedreira há muito tempo, não temos dúvidas em afirmar que seu nome ainda vai figurar muitas vezes entre os primeiros lugares das competições da modalidade 12 toques.
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